Cidadela


Pintura: Sr. do Vale
3,00m x 2,00m

Maravilhoso...

Partindo da idéia que não existe verdade absoluta e sim fatos e os mesmos são interpretativos, mas não relativos...tomo a liberdade de mergulhar nesta tela meu caro...e visualizar Timothy Learu sentado em uma cadeira ao lado de seus alunos olhando cada um para o seu mundo interior...
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Princesa de araque
meu castelo desmorona
à primeira goteira na tela

e se refaz pelos olhos
daquele que pinta cores
borradas de sonhos

17 comentários:

Noslen ed azuos disse...

Sensacional, rico, magistral.

ns

Mai disse...

Cidadela traz o encontro de formas e arquiteturas ao longe. No horizonte os sonhos dos palácios como uma espécie de Taj Mahal, contrasta com as curvas de Brasília.
Gostei muito, muito.

Lara Amaral disse...

Uau! De tirar o fôlego.

Eu pensei no Taj Mahal quando vi, e acabei de ver no comentário da Mai que ela pensou o mesmo, rs.

Beijos.

Raquel de Carvalho disse...

Hummmm...lindissimoooo!!!!
Parabénsss!
Beijos

Juan Moravagine Carneiro disse...

"Arder na água, afogar-se no fogo" (Bukowski...

Maravilhoso...Partindo da idéia que não existe verdade absoluta e sim fatos e os mesmos são interpretativos, mas nõa relativos...tomo a liberdade de mergulhar nesta tela meu caro...e visualizar Timothy Learu sentado em um cadeiro ao lado de seus alunos olhando cada um para o seu mundo interior...

Abraço e agradecido pelas visitas ao Rembrandt

Juliana Carla disse...

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Boa noite amigo

O BRAILLE DA ALMA está concorrendo o Troféu The Best GB 2010 na Gazeta dos Blogueiros. Conto com o seu apoio. Para votar visite o site:

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Desde já fico grata.

Juliana Carla
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Dona Sra. Urtigão disse...

Gostei muito! Queria poder tê-lo em minha parede...

Canteiro Pessoal disse...

Sr. do Vale. Diga-me: - Como está sendo sua morada na sala? A razão do fugir do quarto? Há mistérios no quarto, uma intimidade sem igual. A alma nua é revelada, e o desconhecido é como véu que se rasga. O nu não tem atrai? Bata à porta do quarto, ou melhor mergulhe-se, no fundo, profundo e distante. A propósito, ser o Sr. Vale, escolha do nome, por conotação e posicionar de que é atuante o nu, afinal todo vale é um desertico em definição. Lugar que conhece e desconhece, faz e refaz, e arranca-se a primeira camada da pele. E o sangue é escrita em olhos, abrilhantando muitos palcos. Então, ave rara, a pintura dança na pele, seu espaço casa-se com o meu, e atrevo-me a adentrar no teu quarto literário para apreciação de um excelente vinho.

Priscila Cáliga

Josi Puchalski disse...

Perfeito.

Zélia Guardiano disse...

Lindíssimo! Pronto: isso basta. No mais, é ficar admirando... Até porque não dá vontade de ir embora.

Um abraço.

Dayane Pereira disse...

MARAVILHOSO. Define.

Khalit Sabanur disse...

Pronto, é fato!...Já tenho para onde voltar.


Beijo, menino

tonhOliveira disse...



A cidade é lá...
A cidadeLAHAM JAT ← é o que vejo

"O aqueduto da LAPA (do arco!) chegando lá"!

Viajem de "arquitetonho"...

cidadeLATIGID ← AGNITNIAP!

Maravilhosamente bela!

VALE muito SR!

Noslen ed azuos disse...

porque não deixaste uma ponta de traço colorido para me guiar até a cidad'ELA.

ns

Canteiro Pessoal disse...

Sr. do Vale, não chegou nada na caixa de entrada.

pri_caliga@hotmail.com

Abraços!

Priscila Cáliga

Ianê Mello disse...

De volta ao passado


Um castelo encantado
a distância vislumbrei
Fez-me lembrar do passado
que um dia eu sonhei

Contos de fadas
Príncipes encantados
Princesas cortejadas
Em versos decantadas

Como era belo o sonho
de um puro e eterno amor
Num adormecer risonho
como um botão em flor

Inocência de criança
que na pureza alcança
com suas mão pequenina
seu desejo de menina

Os olhos não podiam ver
o que a maturidade ensina
O que restava era crer
numa beleza cristalina


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Ianê Mello




Ao amigo e companheiro das artes Sr. do Vale, com meu carinho, dedico este singelo poema em sua pintura inspirado.

Grande beijo

Desbururu disse...

Os blocos levam para o topo do morro, nele passos de uma singularidade singela.

Meus olhos tentam parar, mas estão enebriados com a lugúbridade aparente nela.

Encontro após alguns passos, um turbilhão de janelas, portas, vias, lembro que nunca fui otomano, mas as construções estão muito fixadas na tela.

Forças do universo, rasguem a cegueira de meus olhos e apontem para mim, onde fica essa Cidadela.

Quero conquistá-la, mas sinto que ja fui subjugado e sei que estou em alguma cela.